Mineirão

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MINEIRÃO
Mineirão
Informações Gerais
Nome oficial Estádio Governador Magalhães Pinto
Apelidos Mineirão
Local Belo Horizonte Minas Gerais Brasil
Características
Capacidade 62.547
Gramado Grama natural (Bermuda Celebration)
Extensão 105m x 68m
Construção
Data 1964 e 1965
Valor R$ 670 milhões (Remod)
Inauguração
Data 5 de setembro de 1965
(Arena) 3 de fevereiro de 2013
1ª partida Seleção Mineira 1x0 River Plate-ARG
(Arena) Cruzeiro 2x1 Atlético-MG
1º gol Buglê (Sel. Mineira)
(Arena) Marcos Rocha (Atlético-MG, contra)
Recordes
Público 132.834
Jogo Cruzeiro 1 x 0 Villa Nova-MG
Data 22 de junho de 1997
Outras informações
Remodelação 2004, 2010-2012
Expansão Governo de Minas Gerais
Proprietário Atlético Paranaense
Mandante Cruzeiro
Administrador Minas Arena
Arquitetos Eduardo Mendes Guimarães Júnior e Gaspar Garreto

O Estádio Governador Magalhães Pinto, mais conhecido como Mineirão, é o quinto maior estádio de futebol do Brasil e o 29ª maior do mundo, de acordo com as estimativas do World Stadium. No Brasil é superado apenas pelo Maracanã. O Palmeiras fez um jogo histórico no Estádio, dois dias após a inauguração, quando foi convidado para representar o Brasil, em 07 de setembro de 1965, contra a Seleção do Uruguai. A matéria você pode conferir aqui.

Tabela de conteúdo

História

Antecedentes

Fachada do estádio

O projeto de construção do Mineirão antecede a sua inauguração em mais de 25 anos. Na década de 1940, começaram movimentos tímidos, envolvendo dirigentes, empresários, atletas e jornalistas. A ideia era construir em Belo Horizonte um campo que acompanhasse a evolução do futebol mineiro.

Os três principais times da capital mineira possuíam seus estádios, mas estes eram acanhados, desconfortáveis e já não suportavam a demanda dos torcedores. O Estádio Otacílio Negrão de Lima (Estádio da Alameda, na Avenida Francisco Sales), do América, o Estádio Antônio Carlos (localizado na Avenida Olegário Maciel), do Atlético, e o Estádio Juscelino Kubitschek (localizado na Avenida Augusto de Lima), do Cruzeiro não suportavam mais do que 10 mil espectadores. O Atlético, time dos sócios mais ricos da cidade, planejava construir um estádio para 30 mil pessoas. Após o título de "Campeão dos Campeões do Brasil", em 1937, o projeto quase saiu do papel. Mas então descobriu-se uma enorme dívida do clube, obrigando os diretores a lotear e vender os imóveis que o clube possuía na região onde seria construído o estádio, na Avenida Antônio Carlos, próximo ao Aeroporto.

No fim dos anos de 1940 o jornalista Canôr Simões Coelho conseguiu com a CBD a inclusão de Belo Horizonte como uma das sedes da Copa do Mundo de 1950. Para isso o município teria de construir um estádio à altura do evento. O acordo oficial foi assinado pelo prefeito Otacílio Negrão de Lima e o presidente da CBD Rivadávia Correa Meyer. O modesto clube Sete de Setembro ficou encarregado de comandar as obras do novo campo.

A construção do Independência era lenta e parecia que não ia ser concluída a tempo da Copa do Mundo. Mas com a intervenção da CBD e da FIFA, a prefeitura de Belo Horizonte assumiu a responsabilidade da construção, e o estádio foi entregue a tempo da partida entre Iugoslávia e Suíça em 25 de junho de 1950, ainda com muitas improvisações. Porém, em pouco tempo a excitação inicial pelo novo estádio foi se acabando, uma vez que os 30 mil lugares disponíveis não atendiam o crescente número de torcedores. O Independência era desconfortável para o público, além de não oferecer boas condições para a imprensa.

De longe, Mineirão e Mineirinho

No início da década de 1950 já começam as movimentações para a construção de um estádio ainda maior em Belo Horizonte. A primeira delas, iniciada por estudantes de engenharia da UFMG, destacando-se aqui Gil César Moreira de Abreu, consistia no Estádio Universitário, que seria erguido na Pampulha, onde a Universidade era dona de grandes terrenos. Caberia ao reitor ceder o terreno e em seguida obter recursos. Em 1956, o presidente da Federação Mineira de Futebol, Francisco de Castro Cortês propôs a construção do Estádio Municipal, às margens da atual BR-040, próximo a onde hoje existe o BH Shopping. Os recursos seriam obtidos através da venda de cadeiras cativas. Com o apoio do presidente da República, o ex-governador mineiro Juscelino Kubitschek, Cortês chegou a trazer a Belo Horizonte, alguns dos engenheiros que trabalharam na construção do Maracanã.

Com o projeto saindo do papel, o então deputado estadual Jorge Carone é o encarregado da elaboração da lei que criaria o Mineirão. Parte dos recursos seria obtido a partir de bilhetes da Loteria Mineira: 10% do valor de cada bilhete vendido seria destinado às obras do estádio. O "Estádio Minas Gerais" foi criado com a lei 1.947 de 12 de agosto de 1959, assinada pelo governador José Francisco Bias Fortes. A lei também previa a criação de uma autarquia que administraria o estádio, a AEMG (que mais tarde viria a tornar-se a ADEMG). Coube aos arquitetos Eduardo Mendes Guimarães e Gaspar Garreto, a alteração do projeto do antigo Estádio Universitário, que comportaria 30 mil pessoas, para um novo e "gigante" estádio, com capacidade para 100 mil pessoas. O terreno escolhido localizava-se na Pampulha, numa área pertencente à UFMG. O então reitor Pedro Paulo Penido foi favorável à ideia, uma vez que iniciadas as construções do novo campus, o Mineirão serviria como atrativo para povoar a então isolada região. Com a aprovação do ministro da Educação do governo JK, Clóvis Salgado, o comodato entre a UFMG e a AEMG foi assinado em 25 de fevereiro de 1960. Assim, iniciam-se as obras do Estádio.

A Construção

Quando começaram as obras do estádio, em 1959, engenheiros e operários não tinham certeza de que elas seriam concluídas. Gil César, o administrador da construção, enfrentou crises financeiras, mas soube usar a política em proveito do Mineirão. Apesar do controle extremado dos gastos, as obras enfrentavam, a cada etapa, o esgotamento de recursos. O empréstimo inicial de 100 milhões de cruzeiros evaporou na execução dos primeiros serviços de fundação. Durante um ano e meio, a empreitada seguiu um ritmo lento, trabalhando com equipamento reduzido e com pessoal mínimo indispensável. Enquanto um grupo agia politicamente para modificar leis que possibilitassem a obtenção de recursos e também convencer o governador Magalhães Pinto de bancar a construção, a AEMG procurava adaptar-se à frágil situação financeira.

Vista aérea

O novo estádio foi alçado a emblema para a engenharia nacional ao oferecer inúmeros exemplos de evolução na construção civil. A equipe de engenheiros do Mineirão foi ao extremo nos detalhes. Passou o Maracanã por um verdadeiro raio-x, localizando deficiências que não deveriam ser repetidas no campo mineiro. Em 1964, Gil César foi buscar em Tóquio, onde foram erguidas arenas para as Olimpíadas, novidades sobre este tipo de obra. Os profissionais anotaram particularidades e inovações de engenharia. Preocuparam-se até com a qualidade da grama, balisas e outras minúcias.

A grande dúvida que testava engenheiros e operários era quanto à capacidade de se executar uma superestrutura - uma falsa elipse, medindo o eixo maior 275 metros e o menor 217 metros - utilizando equipamento convencional. Para avaliar e suprimir incertezas, foi projetado um mini-Mineirão, chamado de setor experimental 15 (hoje, abrigando a torcida do Atlético) onde um elo de arquibancadas e coberturas seria submetido a todo tipo de prova. Usinas de concreto, correias transportadoras, graus, carregadeiras e lançadeiras foram testadas. A complexidade da obra exigia barras de ferros em comprimentos que a indústria não tinha condições de atender. A solução veio no próprio canteiro de obras, onde engenheiros e operários utilizaram soldas para promover a extensão das barras.

Estádio em foto antiga

Com recursos disponíveis podia-se contratar mais gente, mas a AEMG esbarrou na falta de pessoal qualificado. Feita uma concorrência pública para fornecimento de mão de obra, constatou-se ser inexeqüível, pois o preço cobrado - 15 milhões de cruzeiros - era infinitamente alto para o caixa da administração do novo campo. Comprovou-se, no futuro, que o valor pedido pelas empresas daria para construir um Mineirão e meio. Na prestação de contas, o "gigante da Pampulha" consumira um total de 10 milhões de cruzeiros. Diante da inexistência de mão de obra especializada disponível, a AEMG promoveu o treinamento de pedreiros, carpinteiros, armadores e outros profissionais. Turmas inteiras foram formadas, e centenas de operários ganharam qualificação para exercer funções especiais. Neste estágio, a administração conseguiu reunir número necessário e indispensável para tocar a obra em ritmo acelerado. Entre agosto de 1964 e julho de 1965, a construção saltou de um único setor (o experimental) para oferecer ao país o mais moderno estádio do mundo.

Para apressar a construção e abreviar o drama do orçamento, Gil César lançou a operação 24 horas por dia, dividindo em três turnos os três mil operários contratados. O serviço não parava um minuto sequer. Do alto do edifício Acaiaca, no centro de Belo Horizonte, via-se um enorme clarão de luz vindo dos lados do futuro Mineirão. A administração passou a gratificar as equipes por produção e criatividade, promovendo uma competição entre os diversos setores da construção. A idéia do "joguinho local" deu tão certo que muitas frentes foram concluídas bem antes do prazo estipulado. O processo de tempo integral permitiu que o estádio fosse entregue à população em oito meses. Mesmo em ritmo alucinante e sob pressão, apenas um trabalhador morreu durante toda a construção da arena.


Inauguração

Foi inaugurado em 5 de setembro de 1965, com uma partida entre a Seleção Mineira e o River Plate da Argentina. Com um público de 73.201, as festividades tiveram direito a música, fogos e paraquedistas. Na partida inicial, o combinado estadual venceu por 1 a 0, com gol do jogador do Atlético, Buglê.

No dia 7 de setembro (data da independência brasileira), foi realizada a primeira partida da Seleção Brasileira no estádio. A equipe do Palmeiras inteira, incluindo comissão técnica e os reservas, vestiram a camisa da seleção, para jogar um amistoso contra a seleção do Uruguai. Os brasileiros venceram por 3 a 0.


Ampliações e reformas

Entre 1996 e 2003, diversas reformas renovaram o Mineirão. Em 1996, o estádio ficou fechado por cinco meses para a troca do gramado. Depois ocorreram substituições dos sistemas de drenagem e irrigação, mais iluminação e placar eletrônico, melhorias nos vestiários, e a instalação de pilares de sustentação na arquibancada para diminuir a vibração das mesmas.

Em 2004, por exigência da FIFA para o jogo das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2006 entre Brasil e Argentina, todo o setor das arquibancadas superiores foi coberto por cadeiras numeradas. Posteriormente, as arquibancadas inferiores também tiveram cadeiras colocadas em sua extensão. No mesmo ano, o placar eletrônico também foi trocado. Em junho de 2008, o estádio voltou a ser sede do maior clássico sul-americano, válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2010.

Em junho de 2008, para sediar novamente o maior clássico sul-americano, válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2010, o estádio teve o placar trocado. Foram instalados dois telões de 75 metros quadrados cada.


Reforma para a Copa do Mundo de 2014

Vista do novo Mineirão

Com a escolha do Brasil como país-sede da Copa do Mundo FIFA de 2014, Belo Horizonte foi uma das cidades pré-selecionadas para sediar os jogos. Em 2 de fevereiro de 2009 o governo de Minas Gerais apresentou o projeto de modernização do Mineirão. O projeto apresentado assegurou a preservação da fachada original (nos mesmo moldes em que foi realizada a reforma do Estádio Olímpico de Berlim). Em 31 de maio a Fifa anunciou as 12 cidades sedes da Copa do Mundo de 2014, confirmando a capital mineira como uma delas.

Em 2010, o estádio foi fechado para as reformas necessárias para a Copa. Os últimos eventos no estádio foram o jogo Atlético 0 x 1 Ceará, em 6 de junho, e um show gratuito do Skank em 19 de junho, registrado no CD e DVD Multishow Ao Vivo - Skank no Mineirão.[27] Ainda em 2010, durante as obras de reforma, o estádio teve o processo de rebaixamento do gramado iniciado. O gramado foi rebaixado em 3,4 metros.

Em 2011, o estádio recebeu a instalação de 166 amortecedores sob a parte superior da estrutura, em substituição às hastes verticais que tinham debaixo de todo anel. A cobertura do teto do estádio foi ampliada para proteger os assentos de eventuais chuvas durante as partidas. A geral passou por reformas e, assim como ocorreu no Maracanã, foram colocadas cadeiras. Inicialmente, a mudança reduziria a capacidade do Mineirão de 75.783 espectadores para 64.000.

No dia 9 de novembro de 2012 o Mineirão foi o primeiro estádio da Copa 2014 a receber o plantio do gramado. O valor final das reformas do estádio foi de R$666,3 milhões.

A Minas Arena é uma sociedade de propósito específico, constituída pelas construtoras Construcap, Egesa e HAP Engenharia. A sociedade foi responsável pela execução das obras de reforma e modernização do estádio Mineirão, realizadas entre 2010 e 2012, tornando-se responsável pela operação do estádio por 25 anos.


Estrutura

É constituída por 88 pórticos de concreto armado, dispostos radialmente em torno de uma elipse. O vão livre entre pórticos, mede 7,5 metros (8 metros de eixo a eixo). A estrutura é composta de 28 setores de construção, numeradas, correspondendo o setor número 1 ao trecho em que estão situadas a tribuna de honra e as cabines de rádio e TV. A viga principal da cobertura vence o vão em balanço de 11,5 metros.


Números

O recorde de público presente foi em 22 de Junho de 1997, na final do Campeonato Mineiro entre Cruzeiro e Villa Nova (Mulheres e Crianças entraram gratuitamente como normalmente já ocorria nos jogos de todos os clubes do campeonato estadual): foram registrados 132.834 pessoas presentes no estádio.

O maior público pagante da história do Mineirão foi em uma partida no dia 13 de fevereiro de 1980, entre Atlético x Flamengo (disputado pelo Campeonato Brasileiro), no qual somaram 115.142 pagantes.

O maior público pagante de um jogo internacional oficial disputado no Mineirão também pertence ao Cruzeiro. Foi em 21 de dezembro de 1976, no empate sem gols com o Bayern de Munique, da Alemanha, na segunda partida da decisão do Mundial Interclubes, quando 113.715 torcedores acompanharam a conquista do título pela equipe alemã, que tinha vencido o jogo de ida, em casa, por 2 a 0.


Maiores artilheiros

  • Reinaldo – Atlético-MG (152 gols)
  • Tostão – Cruzeiro (143 gols)
  • Dario - Atlético-MG (129 gols)
  • Dirceu Lopes – Cruzeiro (126 gols)
  • Palhinha – Atlético-MG/Cruzeiro (113 gols)


Quem mais jogou

  • Nelinho – Cruzeiro/Atlético-MG (348 partidas)
  • Wanderley – Atlético-MG (345 partidas)
  • Zé Carlos – Cruzeiro (318 partidas)
  • João Leite – Atlético-MG/América-MG (317 partidas)
  • Raul Plassmann – Cruzeiro (296 partidas)


Copa das Confederações 2013

Recebeu 3 jogos da Copa das Confederações FIFA de 2013:

  • Taiti Taiti 1x6 Nigéria Nigéria (17/06/2013)
  • Japão Japão 1x2 México México (22/06/2013)
  • Brasil Brasil 2x1 Uruguai Uruguai (26/06/2013)


Copa do Mundo 2014

O Mineirão foi uma das principais sedes da Copa do Mundo FIFA de 2014, recebendo 6 jogos do torneio (4 na fase inicial, 1 nas 8ªs e 1 na Semifinal):

  • Colômbia Colômbia 3x0 Grécia Grécia (14/06/2014)
  • Bélgica Bélgica 2x1 Argélia Argélia (17/06/2014)
  • Argentina Argentina 1x0 Irã Irã (21/06/2014)
  • Inglaterra Inglaterra 0x0 Costa Rica Costa Rica (24/06/2014)
  • Brasil Brasil (3) 1x1 (2) Chile Chile (28/06/2014)
  • Brasil Brasil 1x7 Alemanha Alemanha (08/07/2014)


Estatísticas

Todos os jogos e números do Palmeiras no Mineirão.

Total:

Estádio Jogos Vitórias Empates Derrotas Gols Feitos Gols Sofridos Saldo de Vitórias
Mineirão 62 19 13 30 64 84 -11


Estádio Jogos Vitórias Empates Derrotas Gols Feitos Gols Sofridos Saldo de Vitórias
Palmeiras x América-MG 4 2 1 1 5 4 +1


Estádio Jogos Vitórias Empates Derrotas Gols Feitos Gols Sofridos Saldo de Vitórias
Palmeiras x Atlético-MG 23 10 3 10 26 26 0


Estádio Jogos Vitórias Empates Derrotas Gols Feitos Gols Sofridos Saldo de Vitórias
Palmeiras x Cruzeiro 33 6 9 18 29 52 -12


Jogos

Todos os jogos do Palmeiras no Mineirão


Último Jogo


Cruzeiro Palmeiras
Campeonato Brasileiro
12ª rodada
9 de julho de 2017
Domingo
16h00
Cruzeiro 3 x 1 Palmeiras Estádio Mineirão, Belo Horizonte Minas Gerais
Público 19.090
Renda R$ 387.378,00
Árbitro Péricles Bassols Cortez Pernambuco
Assistentes 1 Clovis Amaral da Silva Pernambuco
Assistentes 2 Cléberson do Nascimento Leite Pernambuco
Thiago Neves (32') do 1ºt
Hudson (42') do 1ºt
Élber (47') do 2ºt
Gol Willian (17') do 2ºt
1.Fábio; 29.Lucas Romero, 3.Léo, 35.Murilo Cerqueira e 6.Diogo Barbosa; 5.Ariel Cabral38'2ºt, 8.HenriqueCapitão, 25.Hudson (15'2ºt16.Lucas Silva) e 30.Thiago Neves (39'2ºt23.Élber); 11.Alisson e 7.Rafael Sóbis (29'2ºt99.Sassá).
Técnico: Mano Menezes
Reservas 12.Rafael Monteiro, 37.Lucas, 32.Arthur, 17.Bryan, 33.Fabrício, 16.Lucas Silva, 34.Nonoca, 23.Élber, 9.Ramón Ábila, 15.Rafael Marques, 99.Sassá
1.Fernando Prass; 12.Mayke32'1ºt (Intervalo27.Keno), 26.Yerry Mina, 13.Luan e 6.Egídio (37'2ºt15.Michel Bastos); 19.Bruno Henrique, 8.Tchê Tchê45'2ºt e 11.Zé Roberto (31'2ºt20.Raphael Veiga); 7.DuduCapitão 40'2ºt, 23.Roger Guedes e 29.Willian38'2ºt.
Técnico: Cuca
Reservas 14.Jailson, 42.Vinícius Silvestre, 3.Edu Dracena, 25.Antonio Carlos, 21.Thiago Santos, 45.Gabriel Furtado, 15.Michel Bastos, 20.Raphael Veiga, 28.Hyoran, 17.Erik, 27.Keno, 40.Léo Passos


Artilheiros

Gols
Artilheiro(s)
4 César Maluco
3 Diego Souza
Gabriel Jesus
Leivinha
2 Ademar Pantera
Arce
Fedato
Martinez
Servílio
Washington


Localização e vias de acesso

Endereço: Av. Antônio Abrahão Caram, 1001
Bairro: Pampulha
Telefone: (31) 3499-4300
Cidade: Belo Horizonte - MG


Mapas

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